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Certificação
Seguindo solicitação de associados e clientes dos mesmo, criamos um modelo de certificação para as
 Lan-Houses do Estado de São Paulo.

Respeitando suas regionalidades, chegamos a um conceito que define, ambiente, comportamento, mobiliário, atendimento, higiene, preço justo, legalidade total, respeito as leis e aos clientes, compromisso com os 
projetos sociais da categoria.

Clique aqui e veja como se adequar.


 
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Plano de Inclusão
Cultural digital
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é fácil e vai
melhorar sua Lan-House

Saiu a modificação do CNAE

agora é assim:

8299-7/07 LAN HOUSE COM ACESSO À INTERNET PREDOMINANTE PARA APOIO ADMINISTRATIVO OU ESCRITÓRIO
   
  Seção: N ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES
  Divisão: 82 SERVIÇOS DE ESCRITÓRIO, DE APOIO ADMINISTRATIVO E OUTROS SERVIÇOS PRESTADOS ÀS EMPRESAS
  Grupo: 829 OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE ÀS EMPRESAS
  Classe: 8299-7 ATIVIDADES DE SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE ÀS EMPRESAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE
  Subclasse 8299-7/07 SALAS DE ACESSO À INTERNET
Notas Explicativas:
Esta subclasse compreende:
  - as atividades realizadas mediante o uso de computadores e periféricos, conectados ou não a redes de comunicação, que      
     propiciam a clientes serviços, tais como:
   - acesso à internet para consultas, envio de e-mails ou qualquer outra finalidade
   - outros usos de computadores e periféricos
Esta subclasse compreende também:
   - os postos telefônicos
Esta subclasse não compreende:
   - a exploração de estabelecimentos de jogos eletrônicos recreativos (9329-8/04)
 

ou então assim:

9329-8/04 LAN HOUSE COM ACESSO À INTERNET PREDOMINANTEMENTE PARA JOGOS EM REDE
   
 
  Seção: R ARTES, CULTURA, ESPORTE E RECREAÇÃO
  Divisão: 93 ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE RECREAÇÃO E LAZER
  Grupo: 932 ATIVIDADES DE RECREAÇÃO E LAZER
  Classe: 9329-8 ATIVIDADES DE RECREAÇÃO E LAZER NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE
  Subclasse 9329-8/04 EXPLORAÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS RECREATIVOS
Notas Explicativas:
Esta subclasse compreende:
- a exploração de estabelecimentos de jogos eletrônicos recreativos
Esta subclasse não compreende:
- as salas de acesso à internet (8299-7/07)
- as atividades de exploração de casas de bingo (9200-3/01)
 
 
 
 

Conheça o Projeto de Lei que está sendo elaborado com a colaboração de todos através de audiências públicas.
Projeto de Lei http://cdilan.ning.com/group/projetodelei

http://www.edemocracia.camara.gov.br/publico/

 

Curso de gratis” não é fácil encontrar, principalmente um bom curso gratis online. A Universidade de Stanford é uma das instituições de ensino mais respeitadas no mundo e nela se formaram algumas das melhores mentes da tecnologia. Tanto os fundadores do Google Sergey Brin e Larry Page quanto Steve Jobs, da Apple, fizeram curso superior de tecnologia em Stanford.
sanford logo
Este projeto de ensino à distância gratuito é financiado pela Sequoia Capital, a mesma empresa que ajudou a lançar o Google, Yahoo, Nvidia e muitas outras empresas de tecnologia de sucesso. Existem várias colaborações entre cientistas da Universidade de Stanford e pesquisadores brasileiros, inclusive há cientistas brasileiros prestigiados que lecionam naquela instituição de ensino superior.

A Universidade de Stanford agora permite que você melhore seu currículo gratuitamente ao fazer um curso à distância gratuito. Os cursos incluem o mesmo conteúdo ensinado no próprio campus da universidade com aulas em vídeos online que também podem ser baixados, slides, material de leitura, trabalhos para serem feitos em casa, exames e testes.

O projeto Standford Engineering Everywhere (SEE) consiste em um site de curso grátis que já está oferecendo três diferentes cursos online gratuitamente, cada um com, no mínimo, três diferentes módulos. O programa está disponibilizando uma das seqüências de engenharia mais populares da universidade em cursos grátis de introdução à Ciência da Computação. Estes cursos são feitos pala maioria dos estudantes de graduação da própria faculdade.

Os cursos escolhidos são uma base importante para estudantes de Engenharia da Computação e Engenharia elétrica que permitem também passar para cursos mais avançados em Inteligência Artificial e Sistema Lineares e Otimização.

Não é necessário se registrar no site. É claro que os cursos são em inglês, você necessitará habilidade ao menos no inglês técnico para concluir o curso online gratis.

No SEE você não terá inteiração com instrutores ou professores: não poderá tirar dúvidas ou ter os seus trabalhados e provas avaliados. Mas as comunidades online da própria universidade poderão oferecer recursos para que os estudantes do SEE discutam o trabalho realizado no decorrer do curso.

Você quer um “curso de gratis“? Visite o Standford Engineering Everywhere


 
 
 
 
 
 
 

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Lan Houses do sexo se Expandem em São Paulo
 

Tatiana já se acostumou com os gemidos de masturbação que escapam das cabines. Ela só fica indignada quando algum usuário deixa no chão camisinha usada. “Quando isso acontece, a gente bloqueia o cliente”, disse. Para disciplinar os clientes, foi colocado em cada cabine um cesto de lixo.

Ela é atendente de uma lan house do centro velho de São Paulo que oferece acesso à internet com privacidade. Tatiana consegue saber pelo som dos movimentos em cabine quando um cliente, ao final de seu horário, veste a calça às pressas.

Uma hora na cabine custa R$ 3,50 e meia hora, R$ 2,00
Na bancada de computadores, sem privacidade, os preços são R$ 2,00 por uma hora e R$ 1,00 por 20 minutos.

Daniel Idalgo, o dono da lan house, não tem do que se queixar: os negócios estão indo bem, as quarenta cabines estão quase sempre ocupadas, e ele vai inaugurar uma filial que ficará aberta 24 horas.

Na cidade de São Paulo, tem aumentado o número de lan houses do sexo para atender não só jovens masturbadores, mas também, disse Idalgo, pais de família que ficam constrangidos em acessar sites pornográficos em casa.

O empresário afirmou à Folha Online que decidiu colocar cabines em sua lan house depois de observar que um concorrente cujos computadores eram separados por cortina atraia mais clientes. “Tinha fila de até 20 pessoas.”

Afirmou que não instalou as cabines para "isso" (a masturbação), embora fosse previsível que as pessoas procurassem por pornografia. Hoje, ele reconhece que o seu negócio está ligado ao mercado de sexo. “Faz parte da internet.”

Nas cabines, só pode entrar uma pessoa por vez. O computador é acompanhado por uma webcam e fones de ouvido. A cada uso, a cabine passa por uma faxina, a exemplo do que ocorre com quartos de motéis. Todos os usuários são cadastrados, conforme determina uma lei municipal.( Fonte Folha online)

" Certamente este tipo de estabelecimento deveria ser classificado como Boate ou Diversão para adultos e a entrada deveria ser tampada para não haver visão da rua como costuma ser este tipo de estabelecimento. O termo Lan-House do Sexo, nem é apropriado, pois denigre a imagem da maioria das Lan-Houses do País."
( Ernesto Neto)


 
 

Banda larga clandestina substitui lan houses na periferia de SP

O fraudador recebe o sinal banda larga oficial que chega por cabo (em local ainda alcançado pela rede) e paga pelo serviço como usuário comum. Ele estende o fio até um aparelho chamado roteador que redistribui o sinal de internet por antena interferindo em sinais oficiais de operadoras que pagam altos impostos e pior que isso, interferindo em sinais de controle do tráfego aéreo, uma vez que estes retransmissores são instalados por gente que lê um manual  Pirata e nada conhece de tecnologia, e nem sabe que pode estar sendo responsável pela queda ou atraso de um avião.
pior que isso ainda é que a maioria dos equipamentos são comprados no centro de São Paulo, de fornecedores de contrabando que alem de não estarem de acordo com a lei, fornecem equipamentos regulados para sinais de outros países o que aumenta o risco de mal funcionamento ou de causar acidentes aéreos.
Impressionante é que os cidadãos que tanto reclamam dos políticos se acostumaram a praticar a ilegalidade como se fosse normal, mesmo sabendo que estão sendo cúmplices em problemas de comunicação, em sonegação e até na facilitação de fraudes pela internet. Onde será que está a corrupção, nos políticos ou nos cidadãos? As leis obrigam donos de Lan-houses a manter seus computadores com softwares originais, pagar impostos, conexão legalizada, etc, sob pena de multas, prisão e fechamento das mesmas, mas quem controla a prática criminosa por parte dos cidadãos? computadores com softwares piratas, conexões clandestinas e por aí vai...


Centrais clandestinas que oferecem internet banda larga via rádio substituem as antigas lan houses e levam serviço a casas da periferia de São Paulo e de cidades do interior paulista onde os cabos das operadoras ainda não chegaram.Crimes de internet são cometidos e como as instalações são clandestinas, fica difícil a policia técnica responsabilizar os verdadeiros culpados.

Um dos 12 fiscais que atuam em São Paulo para descobrir fraudes explicou ao G1 como funciona. O fraudador recebe o sinal banda larga oficial que chega por cabo (em local ainda alcançado pela rede) e paga pelo serviço como usuário comum. Ele estende o fio até um aparelho chamado roteador que redistribui o sinal de internet por antena - sendo a de retransmissão sempre instalada no ponto mais alto do bairro - para até 90 clientes. A empresa não consegue perceber que tem mais de um usuário pendurado na mesma linha, a não ser pela fiscalização visual.

Os equipamentos de emissão e recepção clandestina podem ser comprados por menos de R$ 500 em lojas da Rua Santa Ifigênia, no Centro da capital. Cada contratante paga em média R$ 200 pela instalação e mensalidades em torno de R$ 50.

"Acontece mais em áreas em que a empresa dona do sinal não atende", afirma o fiscal. Essas áreas, de acordo com ele, estão em bairros da periferia da Zona Sul de São Paulo, como Capão Redondo, Parelheiros e Grajaú. Ou na periferia de municípios do interior paulista, entre os quais, Campinas e Sorocaba.

Moradores do bairro Grajaú perderam na primeira semana de junho o acesso fornecido por três empresas que prestavam o serviço clandestino. A Polícia Civil descobriu a localização das antenas e prendeu quatro homens, liberados após prestar depoimento. Antenas, computadores e carnês de pagamentos foram apreendidos. Uma das empresas tinha mais de 50 clientes.

A vendedora Vanilda Maria dos Santos, de 30 anos, pagava R$ 60 por mês ao intermediário para ter acesso. Ela conta que agora terá de recorrer à internet discada. "Eu uso a internet como meio de trabalho, para vender pisos. Nesta semana, estou sem fazer nada, porque perdi o acesso", afirmou.

Vanilda conta que antes da banda larga via rádio usava a lan house do bairro. "Eu tinha internet discada, mas era uma porcaria. Muitas vezes tinha que ir à lan house para fazer o serviço. Aí comecei a utilizar essa internet. Pagava cerca de R$ 60 mensais. Acessava todo dia e toda hora, das 7h às 21h."

Uma rede via rádio funciona no bairro Pedreira, também no extremo Sul da capital. Ao acessar a página, o internauta é convidado a se cadastrar no serviço, com direito a três meses grátis. As assinaturas variam de R$ 15 a R$ 30 para pacotes com velocidade de 56 Kbps a 300 Kbps. Um ex-cliente da rede, que pediu para não ser identificado, afirma que pagou pelo serviço, mas não recebeu. "Aqui não temos opção, porque o serviço da Telefônica não chega, a não ser a linha discada", afirmou.

A estudante Juliana Oliveira, moradora também do Grajaú, afirma que faz seu curso superior de enfermagem à distância pela internet e nem sabia que a banda larga clandestina era ilegal. Ela afirma que não pode depender de lan houses, que têm horário restrito. "Agora ficou complicado porque perdi uma aula. Fiquei sem alternativa e vou ter que recorrer à internet discada para não perder a faculdade." Juliana conta que seu provedor de sinal nem trabalhava com carnê. "Eu ia à lan house, efetuava o pagamento e ele me dava o comprovante."

Lei virtual

Os donos das centrais clandestinas foram soltos após assinar termos circunstanciados e vão responder a processos que podem resultar em pena de reclusão de dois a quatro anos. Donos de lan houses e locadoras de vídeo, eles disseram ao G1 que nem sabiam estar cometendo crimes.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirma que nos primeiros cinco meses deste ano recebeu 727 denúncias contra "gatos de banda larga", operação chamada tecnicamente de prestação clandestina de serviço de comunicação multimídia (SCM). O número de denúncias aumenta a cada ano. Foram 200 em 2006, 955 em 2007 e 1,6 mil em 2008.

A Anatel diz que a Lei Geral de Telecomunicações (9.472 / 1997) considera clandestina a atividade desenvolvida sem concessão, permissão ou autorização de serviço, de uso de radiofrequência e de exploração de satélite.

De acordo com a Anatel, a lei estabelece que o desenvolvimento clandestino de atividades de telecomunicações é sujeito a pena de detenção de dois a quatro anos, aumentada da metade se houver dano a terceiro, e multa de R$ 10 mil.

Estão sujeitos à mesma penalidade quem direta ou indiretamente participar do crime e cabe ao Ministério Público promover a ação pública penal prevista nesta Lei.

Especialista em direito eletrônico, o advogado Renato Opice Blum afirma que por enquanto são conhecidas apenas duas autuações policiais por este tipo de crime no Brasil, em São Paulo e no Rio de Janeiro. "A tendência é aumentar porque as novas tecnologias colocam mais conexões à disposição", afirmou.

O presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Banda Larga (Abusar), Horácio Belfort, defende a formalização das empresas que fornecem o acesso via rádio. "Os obstáculos são exigências descabidas da Anatel. Para atender 10 pessoas, um provedor de rádio tem de fazer a mesma documentação de uma grande empresa, pagar cerca de R$ 9 mil pela licença SCM e R$ 1,3 mil pela licença da estação, além de contratar engenheiro registrado pelo Crea, pagando pelo menos dois salários mínimos", afirmou.
Nós entendemos porém, que a diferença entre 10 clientes e 10mil clientes é a mesma diferença entre fabricar Armamento pesado ou uma pistola caseira, os riscos são os mesmos e por isso mesmo existe um abismo a ser bem estudado e regulamentado para garantir a sociedade segurança na legalização de pequenas empresas.

Com renda familiar de R$ 2,5 mil, a estudante de enfermagem Maria Aparecida Vitória comprou um computador de última geração equipado com Windows Vista e financiado em seis vezes. O acesso à internet banda larga via rádio era fornecido por uma das três empresas que foram desmontadas pela Polícia Civil.

Fora do ar

"O sinal que eu tinha era maravilhoso. Além de ele não cair eu conseguia baixar arquivos. Eu sou universitária e usava a internet para estudar. Na semana passada, nem tive condição de entregar um trabalho de escola. As crianças também usavam para estudar. Agora está todo mundo desconectado", disse a estudante.

Ela afirma que fez contato com a companhia telefônica na semana passada. "Eles disseram que não têm sinal e que o único jeito é internet discada. A única coisa que posso fazer é sair do bairro." Outra solução, de acordo com Vitória, é buscar a lan house que fica a cinco casas da sua. "Hoje passei de ônibus e percebi que tem mais lan houses abertas. "