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cadastro |
Certificação
Seguindo solicitação de associados e clientes dos mesmo, criamos um
modelo de certificação para as
Lan-Houses do Estado de São Paulo.
Respeitando suas regionalidades, chegamos a um conceito que define,
ambiente, comportamento, mobiliário, atendimento, higiene, preço justo,
legalidade total, respeito as leis e aos clientes, compromisso com os
projetos sociais da categoria.
Clique aqui e veja
como se adequar.
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Conheça o Projeto de Lei que está sendo elaborado com a colaboração de
todos através de audiências públicas.
http://cdilan.ning.com/group/projetodelei
http://www.edemocracia.camara.gov.br/publico/
“Curso de gratis” não é fácil
encontrar, principalmente um bom curso gratis online.
A Universidade de Stanford é uma das instituições de ensino mais
respeitadas no mundo e nela se formaram algumas das melhores mentes da
tecnologia. Tanto os fundadores do Google Sergey Brin e Larry Page
quanto Steve Jobs, da Apple, fizeram curso superior de tecnologia em
Stanford.

Este projeto de ensino à distância gratuito é
financiado pela Sequoia Capital, a mesma empresa que ajudou a lançar o
Google, Yahoo, Nvidia e muitas outras empresas de tecnologia de sucesso.
Existem várias colaborações entre cientistas da Universidade de Stanford
e pesquisadores brasileiros, inclusive há cientistas brasileiros
prestigiados que lecionam naquela instituição de ensino superior.
A Universidade de Stanford agora permite que você melhore seu
currículo gratuitamente ao fazer um curso à
distância gratuito. Os cursos incluem o mesmo conteúdo ensinado
no próprio campus da universidade com aulas em vídeos online que também
podem ser baixados, slides, material de leitura, trabalhos para serem
feitos em casa, exames e testes.
O projeto Standford Engineering Everywhere (SEE) consiste em um site
de curso grátis que já está oferecendo três diferentes
cursos online gratuitamente, cada um com, no mínimo,
três diferentes módulos. O programa está disponibilizando uma das
seqüências de engenharia mais populares da universidade em
cursos grátis de introdução à Ciência da Computação. Estes
cursos são feitos pala maioria dos estudantes de graduação da própria
faculdade.
Os cursos escolhidos são uma base importante para
estudantes de Engenharia da Computação e Engenharia elétrica que
permitem também passar para cursos mais avançados em
Inteligência Artificial e Sistema Lineares e Otimização.
Não é necessário se registrar no site. É claro que os cursos
são em inglês, você necessitará habilidade ao menos no inglês técnico
para concluir o curso online gratis.
No SEE você não terá inteiração com instrutores ou professores: não
poderá tirar dúvidas ou ter os seus trabalhados e provas avaliados. Mas
as comunidades online da própria universidade poderão
oferecer recursos para que os estudantes do SEE discutam o trabalho
realizado no decorrer do curso.
Você quer um “curso de gratis“? Visite o
Standford Engineering Everywhere
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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Lan Houses do sexo se Expandem em São Paulo

Tatiana já se
acostumou com os gemidos de masturbação que escapam das cabines. Ela
só fica indignada quando algum usuário deixa no chão camisinha
usada. “Quando isso acontece, a gente bloqueia o cliente”, disse.
Para disciplinar os clientes, foi colocado em cada cabine um cesto
de lixo.
Ela é atendente de uma lan house do centro velho de
São Paulo que oferece acesso à internet com privacidade. Tatiana
consegue saber pelo som dos movimentos em cabine quando um cliente,
ao final de seu horário, veste a calça às pressas.
Uma hora na cabine custa R$ 3,50 e meia hora, R$ 2,00
Na bancada de computadores, sem privacidade, os preços são R$ 2,00
por uma hora e R$ 1,00 por 20 minutos.
Daniel Idalgo, o dono da lan house, não tem do que se
queixar: os negócios estão indo bem, as quarenta cabines estão quase
sempre ocupadas, e ele vai inaugurar uma filial que ficará aberta 24
horas.
Na cidade de São Paulo, tem aumentado o número de lan
houses do sexo para atender não só jovens masturbadores, mas também,
disse Idalgo, pais de família que ficam constrangidos em acessar
sites pornográficos em casa.
O empresário afirmou à Folha Online que decidiu
colocar cabines em sua lan house depois de observar que um
concorrente cujos computadores eram separados por cortina atraia
mais clientes. “Tinha fila de até 20 pessoas.”
Afirmou que não instalou as cabines para "isso" (a
masturbação), embora fosse previsível que as pessoas procurassem por
pornografia. Hoje, ele reconhece que o seu negócio está ligado ao
mercado de sexo. “Faz parte da internet.”
Nas cabines, só pode entrar uma pessoa por vez. O
computador é acompanhado por uma webcam e fones de ouvido. A cada
uso, a cabine passa por uma faxina, a exemplo do que ocorre com
quartos de motéis. Todos os usuários são cadastrados, conforme
determina uma lei municipal.(
Fonte Folha online)
" Certamente este
tipo de estabelecimento deveria ser classificado como Boate ou
Diversão para adultos e a entrada deveria ser tampada para não haver
visão da rua como costuma ser este tipo de estabelecimento. O termo
Lan-House do Sexo, nem é apropriado, pois denigre a imagem da
maioria das Lan-Houses do País."
( Ernesto Neto)
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Banda
larga clandestina substitui lan houses na periferia de SP
O fraudador recebe o sinal banda larga oficial que chega por cabo
(em local ainda alcançado pela rede) e paga pelo serviço como
usuário comum. Ele estende o fio até um aparelho chamado roteador
que redistribui o sinal de internet por antena interferindo em
sinais oficiais de operadoras que pagam altos impostos e pior que
isso, interferindo em sinais de controle do tráfego aéreo, uma vez
que estes retransmissores são instalados por gente que lê um
manual Pirata e nada conhece de tecnologia, e nem sabe que
pode estar sendo responsável pela queda ou atraso de um avião.
pior que isso ainda é que a maioria dos equipamentos são comprados
no centro de São Paulo, de fornecedores de contrabando que alem de
não estarem de acordo com a lei, fornecem equipamentos regulados
para sinais de outros países o que aumenta o risco de mal
funcionamento ou de causar acidentes aéreos.
Impressionante é que os cidadãos que tanto reclamam dos políticos se
acostumaram a praticar a ilegalidade como se fosse normal, mesmo
sabendo que estão sendo cúmplices em problemas de comunicação, em
sonegação e até na facilitação de fraudes pela internet. Onde será
que está a corrupção, nos políticos ou nos cidadãos? As leis obrigam
donos de Lan-houses
a manter seus computadores com softwares originais, pagar impostos,
conexão legalizada, etc, sob pena de multas, prisão e fechamento das
mesmas, mas quem controla a prática criminosa por parte dos
cidadãos? computadores com softwares piratas, conexões clandestinas
e por aí vai...

Centrais clandestinas que oferecem internet banda larga via rádio
substituem as antigas lan houses e levam serviço a casas da
periferia de São Paulo e de cidades do interior paulista onde os
cabos das operadoras ainda não chegaram.Crimes de internet são
cometidos e como as instalações são clandestinas, fica difícil a
policia técnica responsabilizar os verdadeiros culpados.
Um dos 12 fiscais que atuam em São Paulo para descobrir fraudes
explicou ao G1 como funciona. O fraudador recebe o sinal banda larga
oficial que chega por cabo (em local ainda alcançado pela rede) e
paga pelo serviço como usuário comum. Ele estende o fio até um
aparelho chamado roteador que redistribui o sinal de internet por
antena - sendo a de retransmissão sempre instalada no ponto mais
alto do bairro - para até 90 clientes. A empresa não consegue
perceber que tem mais de um usuário pendurado na mesma linha, a não
ser pela fiscalização visual.
Os equipamentos de emissão e recepção clandestina podem ser
comprados por menos de R$ 500 em lojas da Rua Santa Ifigênia, no
Centro da capital. Cada contratante paga em média R$ 200 pela
instalação e mensalidades em torno de R$ 50.
"Acontece mais em áreas em que a empresa dona do sinal não atende",
afirma o fiscal. Essas áreas, de acordo com ele, estão em bairros da
periferia da Zona Sul de São Paulo, como Capão Redondo, Parelheiros
e Grajaú. Ou na periferia de municípios do interior paulista, entre
os quais, Campinas e Sorocaba.
Moradores do bairro Grajaú perderam na primeira semana de junho o
acesso fornecido por três empresas que prestavam o serviço
clandestino. A Polícia Civil descobriu a localização das antenas e
prendeu quatro homens, liberados após prestar depoimento. Antenas,
computadores e carnês de pagamentos foram apreendidos. Uma das
empresas tinha mais de 50 clientes.
A vendedora Vanilda Maria dos Santos, de 30 anos, pagava R$ 60 por
mês ao intermediário para ter acesso. Ela conta que agora terá de
recorrer à internet discada. "Eu uso a internet como meio de
trabalho, para vender pisos. Nesta semana, estou sem fazer nada,
porque perdi o acesso", afirmou.
Vanilda conta que antes da banda larga via rádio usava a lan house
do bairro. "Eu tinha internet discada, mas era uma porcaria. Muitas
vezes tinha que ir à lan house para fazer o serviço. Aí comecei a
utilizar essa internet. Pagava cerca de R$ 60 mensais. Acessava todo
dia e toda hora, das 7h às 21h."
Uma rede via rádio funciona no bairro Pedreira, também no extremo
Sul da capital. Ao acessar a página, o internauta é convidado a se
cadastrar no serviço, com direito a três meses grátis. As
assinaturas variam de R$ 15 a R$ 30 para pacotes com velocidade de
56 Kbps a 300 Kbps. Um ex-cliente da rede, que pediu para não ser
identificado, afirma que pagou pelo serviço, mas não recebeu. "Aqui
não temos opção, porque o serviço da Telefônica não chega, a não ser
a linha discada", afirmou.
A estudante Juliana Oliveira, moradora também do Grajaú, afirma que
faz seu curso superior de enfermagem à distância pela internet e nem
sabia que a banda larga clandestina era ilegal. Ela afirma que não
pode depender de lan houses, que têm horário restrito. "Agora ficou
complicado porque perdi uma aula. Fiquei sem alternativa e vou ter
que recorrer à internet discada para não perder a faculdade."
Juliana conta que seu provedor de sinal nem trabalhava com carnê.
"Eu ia à lan house, efetuava o pagamento e ele me dava o
comprovante."
Lei virtual
Os donos das centrais clandestinas foram soltos após assinar termos
circunstanciados e vão responder a processos que podem resultar em
pena de reclusão de dois a quatro anos. Donos de lan houses e
locadoras de vídeo, eles disseram ao G1 que nem sabiam estar
cometendo crimes.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirma que nos
primeiros cinco meses deste ano recebeu 727 denúncias contra "gatos
de banda larga", operação chamada tecnicamente de prestação
clandestina de serviço de comunicação multimídia (SCM). O número de
denúncias aumenta a cada ano. Foram 200 em 2006, 955 em 2007 e 1,6
mil em 2008.
A Anatel diz que a Lei Geral de Telecomunicações (9.472 / 1997)
considera clandestina a atividade desenvolvida sem concessão,
permissão ou autorização de serviço, de uso de radiofrequência e de
exploração de satélite.
De acordo com a Anatel, a lei estabelece que o desenvolvimento
clandestino de atividades de telecomunicações é sujeito a pena de
detenção de dois a quatro anos, aumentada da metade se houver dano a
terceiro, e multa de R$ 10 mil.
Estão sujeitos à mesma penalidade quem direta ou indiretamente
participar do crime e cabe ao Ministério Público promover a ação
pública penal prevista nesta Lei.
Especialista em direito eletrônico, o advogado Renato Opice Blum
afirma que por enquanto são conhecidas apenas duas autuações
policiais por este tipo de crime no Brasil, em São Paulo e no Rio de
Janeiro. "A tendência é aumentar porque as novas tecnologias colocam
mais conexões à disposição", afirmou.
O presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Banda Larga
(Abusar), Horácio Belfort, defende a formalização das empresas que
fornecem o acesso via rádio. "Os obstáculos são exigências
descabidas da Anatel. Para atender 10 pessoas, um provedor de rádio
tem de fazer a mesma documentação de uma grande empresa, pagar cerca
de R$ 9 mil pela licença SCM e R$ 1,3 mil pela licença da estação,
além de contratar engenheiro registrado pelo Crea, pagando pelo
menos dois salários mínimos", afirmou.
Nós entendemos porém, que a diferença entre 10 clientes e 10mil
clientes é a mesma diferença entre fabricar Armamento pesado ou uma
pistola caseira, os riscos são os mesmos e por isso mesmo existe um
abismo a ser bem estudado e regulamentado para garantir a sociedade
segurança na legalização de pequenas empresas.
Com renda familiar de R$ 2,5 mil, a estudante de enfermagem Maria
Aparecida Vitória comprou um computador de última geração equipado
com Windows Vista e financiado em seis vezes. O acesso à internet
banda larga via rádio era fornecido por uma das três empresas que
foram desmontadas pela Polícia Civil.
Fora do ar
"O sinal que eu tinha era maravilhoso. Além de ele não cair eu
conseguia baixar arquivos. Eu sou universitária e usava a internet
para estudar. Na semana passada, nem tive condição de entregar um
trabalho de escola. As crianças também usavam para estudar. Agora
está todo mundo desconectado", disse a estudante.
Ela afirma que fez contato com a companhia telefônica na semana
passada. "Eles disseram que não têm sinal e que o único jeito é
internet discada. A única coisa que posso fazer é sair do bairro."
Outra solução, de acordo com Vitória, é buscar a lan house que fica
a cinco casas da sua. "Hoje passei de ônibus e percebi que tem mais
lan houses abertas. "
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